martes, 22 de enero de 2008

Recuerdos y promesas de un vaso azul

Fue casi un miedo. Casi un suspiro, quizás. Un aliento. Brisa.
Fue casi nada. Como si, por un momento, la nada pudiera medirse en algo enormemente palpable, sensible. Eso fue.
Y en la amenaza de un fulgor tímido e inusitado de unos ojos cansados, en una sonrisa que inadvertida se escapa de los labios cerrados, se hizo abundante, fértil, voraz.
Tan pronto como eso. Zás.
Y así se fue. Casi un alivio. Casi un gemido, quizás. Un sollozo. Tierra.
Casi nada. Y, aún así, tan lindo. Tan hermoso.

 

De la ómega, se vuelve a la alfa.

miércoles, 16 de enero de 2008

A Estrada

De volta à Ciudad de la Furia, com apenas uma canção na cabeça.

Depois eu escrevo mais...

 

 

"Você não sabe o quanto eu caminhei
Pra chegar até aqui
Percorri milhas e milhas
Antes de dormir, eu não cochilei
Os mais belos montes escalei
Nas noites escuras de frio
Chorei

 

A vida ensina e o tempo traz o tom
Pra nascer uma canção
Com a fé do dia-a-dia encontrar solução
Encontrar solução
Quando bate a saudade, eu vou pro mar
Fecho os meus olhos e sinto você chegar
Você chegar

 

Quero acordar de manhã do teu lado
E aturar qualquer babado
Vou ficar apaixonado
No teu seio aconchegado
Ver você dormindo e sorrindo
É tudo que eu quero pra mim
Tudo que eu quero pra mim


Quero
Quero acordar de manhã do teu lado
E aturar qualquer babado
Vou ficar apaixonado
No teu seio aconchegado
Ver você dormindo é tão lindo
É tudo que eu quero pra mim
Tudo que eu quero pra mim

 

Meu caminho
Só meu Pai pode mudar"

(Cidade Negra)