Lo escribí en el buque, volviendo de Montevideo, un domingo a la noche.
Definitivamente, no es la hora más favorable en la vida de uno.
Y, sin embargo, ha que sobrellevarlas.
Palabras más o menos...
Cuándo es el comienzo de algo?
Y cuándo termina?
El que busca la respuesta de eso no quiere más que una ilusión de satisfacción, de felicidad.
Deseo de mentiras (zur Macht?).
Eu, que nunca principio nem acabo,
Nasci do amor que há
Entre Deus e o Diabo. (1)
Versos adolescentes em um corpo que, timidamente, envelhece.
Em meu fronte vejo já algumas marcas. De vida. Dessa intensidade que sempre busquei. Da qual jamais me desvencilharei. Vão deixando marcas em meu músculo, em meu estômago.
Nunca fora o espírito tão concreto.
Jamais foi a paz um sentimento tão abstrato.
Ainda sinto a sua falta e suas lembranças povoam minha noites. E meus dias (estes são os momentos mais difíceis, acho). Ainda não tenho os Cds que te emprestei. E mantenho ainda a ilusão de que quando os recupere encontrei escondido em algum booklet uma nota sua. Dizendo que também sente a minha falta.
Pequenas fantasias que demonstram minha essência. Esse homem frágil. Essa vida levada à flor da pele....
Não sei ser senão isso.
La pregunta es: a quién le sirve?
A mí?
Ni Dios lo sabe.
Y eso que ni siquiera existe.
Y sin embargo, lo llevo dentro mío.
O que não tem governo, nem nunca terá.
O que não tem juízo. (2)
Ya le dije a Liliana: no estructurado, basado en creencias.
No pidas. No esperes.
Eso es lo que hay.
Quanto você dá?
(1) José Régio. Cântico Negro.
(2) Buarque/ Nascimento. À flor da pele.