martes, 7 de marzo de 2006

Nada disso, é claro.

Sim. Ela tem razão.

(Ainda que talvez sem sabê-lo)

Sou somente eu.

 

Nem a dor, nem o amor.

São tudo vãos intentos de buscar algo que sustente.

O insustentável.

Porque viver deve ser leve...

 

Nada disso. Claro que não.

Claro. E evidente.

Mas é mesmo o óbvio que escapa às vistas.

Os olhos torpes que se perderam ao buscar o entendimento.

 

Não há entendimento.

Porque não há razão.

Há coisas que simplemente são.

Ou de-são...

 

Há que ser.

Profundamente.

À flor da pele.

 

***

 

Acho que ela não gosta dos meus abismos...

Mas o que sobra então?

A constância dos dias?

A serenidade das flores?

 

No fundo, sobraremos sempre EU.

E é por isso que tenho medo.

E choro...

 

***

 

Orbigado por voltar.

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