viernes, 21 de diciembre de 2007

Fechando para abrir novo.

Essas coisas de fechar o ano. Sabe como é. Inevitável nao fazer um balanço. Talvez, se não houvesse as férias no meio de tudo, eu nem faria nada disso. Mas com a perspectiva de embarcar no sábado e aproveitar três semanas no Brasil, a ruptura na rotina acabou me levando a realizar esse exercício de revista de auto-ajuda...
E não sei se são as medidas que eu uso para pesar o mundo, mas a verdade é que o prato sempre pende claramente para o lado positivo.
Custo a aceitar a pecha de pollyanna, tanto como me recuso a acreditar em todas outras síndromes. Há tantos nomes que se podem atribuir ao que não é nada mais que ser humano... E sou assim. Por um lado, completamente obsessivo. Por outro, mais etéreo que o próprio ar. A mesma massa que vai definindo meus rituais, determina o que relevar e o que, simplesmente, deixar que exista, porque um dia foi... Nunca o olvido - porque isto nunca se escolhe - resignação, talvez. E tratar de seguir adiante. Keep walking, eu já disse e volto a repetir. Eu realmente acredito nisso.
Em todo o resto, sei lá. Não sei se devo saber. Só não quero deixar de sentir.

Pd: o balanço do cartão tá bem mais vermelho que o da vida, mas enfim, de alguma maneira tem que acontecer o equilíbrio, não? E estou convencido de que uma barraca, uma mochila e um saco de dormir sao excelentes investimentos a curto, médio e longo prazo.

Immerse your soul in love.

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