E, de repente, eu me encontrava no mundo fantástico de Giu.
Nao poderia descrevê-lo. Na verdade, nao me lembro... (Como posso nao me lembrar?)
Mas nao há dúvidas: era o mundo fantástico de Giu. Ou ao menos era essa a sensacao. Uma boa sensacao, certamente. Algo de leveza, de fábula, de mágica. Um lirismo singelo exalava de cada objeto. E tudo era envolto em uma aura resplandecente.
(Como posso nao me lembrar de mais? Como posso tê-lo esquecido?)
Mas, de repente, um ser alado - um pégaso? uma fada? - tocou-me a ponta do nariz com suas asas. E pronto estava de volta em minha cama. Noite em Buenos Aires. Algo de sede.
Foi quando já quase dormia novamente que acreditei por fim entender a razao por que todos os entes no fntástico mundo de Giu trazem cobertas as pontas de seus narizes.
***
Saudades dos seus textos. E de você também.
oi, Celo!
ResponderBorrarFinalmente voltei a ter computador. Agora, egoísticamente, tenho um só pra mim. simplesmente adorei o seu recado. Agora voltei a escrever; estou retomando as coisas lentamente. Sabe, tenho tido mtas saudades suas. Acho q não é nem pelo fato de vc não estar mais aqui. Não sei bem pq, na verdade. Fica um beijo enorme pra vc.