lunes, 9 de agosto de 2010

As times goes by

Não sei por onde vou,
Não sei para onde vou.
Sei que não vou por aí!

Concluía José Régio, em seu Cântico Negro.
Mas, depois de tanto tempo, às vezes a gente sente que já não caminha tão em vão.
Há alguma certeza nos meus passos.
Não sei que portos me esperam. Não conheço as rotas. E persiste somente a convicção sobre o que é mau.
Eu sigo.
E se há rugas no meu fronte ou se envergam minhas costas, não te preocupes.
Olha-me nos olhos.
Dentro de mim, algo sorri a cada noite.

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