Não sei por onde vou,
Não sei para onde vou.
Sei que não vou por aí!
Concluía José Régio, em seu Cântico Negro.
Mas, depois de tanto tempo, às vezes a gente sente que já não caminha tão em vão.
Há alguma certeza nos meus passos.
Não sei que portos me esperam. Não conheço as rotas. E persiste somente a convicção sobre o que é mau.
Eu sigo.
E se há rugas no meu fronte ou se envergam minhas costas, não te preocupes.
Olha-me nos olhos.
Dentro de mim, algo sorri a cada noite.
Não sei para onde vou.
Sei que não vou por aí!
Concluía José Régio, em seu Cântico Negro.
Mas, depois de tanto tempo, às vezes a gente sente que já não caminha tão em vão.
Há alguma certeza nos meus passos.
Não sei que portos me esperam. Não conheço as rotas. E persiste somente a convicção sobre o que é mau.
Eu sigo.
E se há rugas no meu fronte ou se envergam minhas costas, não te preocupes.
Olha-me nos olhos.
Dentro de mim, algo sorri a cada noite.
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