Chora, disfarça e chora
Aproveita a voz do lamento
Que já vem a aurora
A pessoa que tanto querias
Antes mesmo de raiar o dia
Deixou o ensaio por outra
Oh, triste senhora
Disfarça e chora
Todo o pranto tem hora
E eu vejo teu pranto cair
No momento mais certo
Olhar, gostar só de longe
Não faz ninguém chegar perto
E teu pranto, oh triste senhora,
Vai molhar o deserto.
Aproveita a voz do lamento
Que já vem a aurora
A pessoa que tanto querias
Antes mesmo de raiar o dia
Deixou o ensaio por outra
Oh, triste senhora
Disfarça e chora
Todo o pranto tem hora
E eu vejo teu pranto cair
No momento mais certo
Olhar, gostar só de longe
Não faz ninguém chegar perto
E teu pranto, oh triste senhora,
Vai molhar o deserto.
Disfarça e chora, do grande Cartola em parceria com Dalmo Castello. Na voz de Zélia Duncan, então, fecha redondo.
Mas não... Ainda não... Vamos mudar as variáveis e ver se dessa vez a coisa muda de figura... hehehe. E pensar que era eu que sempre brincava com o Dario "qué dormilón que sos, boludo"...
Bora deixar o samba de lado e lembrar o grande Joe... You can leave your hat on...
Bora deixar o samba de lado e lembrar o grande Joe... You can leave your hat on...
Enquanto eu vou perdendo a cabeça.
Perder a cabeça é o que quero. Jogar-me no abismo. Nos abismos. Na queda, ir soltando as mesuras e as responsabilidades. Manoeldebarrosmente... Cair chapado de cara nos meus vinte e três anos - do alto dos pretensos sessenta e quantos??? E, depois da queda, o coice. Não é masoquismo. É vontade de viver.
Y sin embargo, vivo...
Vivo sempre, nos detalhes das minhas pequenas coisas. Um minimalismo quiçás covarde, quiçás medíocre. Não o vejo assim. Não o sinto assim. Apesar das minhas ambições de aventuras, da vontade de ventos e tempestades, de destinos e descaminhos... Estou vivo. E não poderia está-lo mais. Distinto, sim.
Existirá um ponto de inflexão?
E a decisão de aproveitá-lo, cabe a mim?
Eu quero?
Eu tenho coragem?
Eu posso?
Posso voltar?
E a decisão de aproveitá-lo, cabe a mim?
Eu quero?
Eu tenho coragem?
Eu posso?
Posso voltar?
São muitas perguntas. E eu não quero respondê-las.
Quero chegar à beira do abismo. Vertiginar.
E, se tiver que cair, aí cairei.
Quero chegar à beira do abismo. Vertiginar.
E, se tiver que cair, aí cairei.
Enquanto isso, ir levando porrada, sendo covarde e vil.
Nos farrapos da minha alma, nos lamaçais que vão dentro de mim.
Sem metafísica. Mas intenso.
Nos farrapos da minha alma, nos lamaçais que vão dentro de mim.
Sem metafísica. Mas intenso.
Nossa, até q enfim consegui comentar nessa coisa dos infernos, q complexo é isso aqui!
ResponderBorrar1: se eu atualizei o meu blog não sognifica nenhuma catástrofe! De onde vc tirou isso??? E não leu direito, pelo visto!
2: acho q voltar talvez não sei se dá, mas ponto de inflexão, com certeza sim! Super apóio!
Só acho q vc precisa aprender a se abrir e dividir mais algo q vá mais além do cosmético e superficial. Eu posso parecer burra e fútil, mas é só tipo (porra, confessei!)
Beijos
Te amo