- Baladas fortes: 5 (Mint, Cream, After-Cream, Museum, Club 69)
- Saidinhas leves: 5 (Sebas, La Cigale, minha casa, Romario “para llevar”, San Telmo no domingo, pós Caju)
- Dias úteis: 3 (atestado báááásico na quinta e na sexta).
- Dias inúteis: 4 (domingo pós Cream, sexta, sábado e mais um domingo – já pós Caju).
- Caixas de antigripal: 2 (e hoje compro a terceira – valha-me Tabcin)
- Xícaras de chá: várias. Nos piores momentos, com muito mel e limao.
Mais, um romance lido, alguns capítulos de Malinowski, mais um livro novo, várias palas, algum desentendimento, e-mails apra minhas irmas, muitas alegrias. Dois foras... Kkkk. Loser! E outras tantas coisas que nao dá para enumerar aqui...
Mas, definitivamente, o saldo é positivo – com muita folga.
E que importa se, depois de tudo, bate aquela tristeza? Se, no fundo, insiste aquela dorzinha de se sentir só?
Sao coisas independentes. Obedecem a lógicas distintas. Compartilham o mesmo eu. E nem se anulam, nem se complementam. Simpleste, sao. Este mosaico dinâmico de caquinhos juntados ao longo do caminho. Em uma eterna entropia cada vez mais profusa de sentimentos sem sentido certo, preciso. Sem muros, paredes. Nem sonhando, nem pensando: sem entender, sem distinguir entre o conhecido e o por conhecer.
Palavras claras? Diretas? Demandas expressas em setencas unívocas. Nunca as terei. Se um dia as tive, é porque perdido estava. Hoje, continuo perdido. Mas certo de que é este o caminho. Algum caminho. E que nao sei bem que caminho é.
Um pouco mais adiante. Cada dia, um pouco mais. Sempre. Até topar-me com uma pedra. Ou um abismo. Ou o fim – que é sempre um novo comeco.
Poderia dizer que é a febre. Ou o Tabcin. Ou nada.
Na verdade, sou apenas eu. Sem razao. Poesia descomposta. De um poeta sem musa, mas, ainda assim, apaixonado pela vida.
A visita da Caju vai deixar saudades. Mas, mais do que isso, deixa um gosto bom de sentir que, nao importa o que passe, os amigos sempre ficam. E que algumas pessoas sao, simplesmente, especiais.
Saudades também da época quando, para todas as outras coisas, existia Mastercard... Ai, ai...
Já te disse, querido, a gente é pra sempre!
ResponderBorrarTe amo...